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Minha história com sensibilidades alimentares

Toda semana recebo perguntas sobre quais são as minhas restrições, como lido com elas etc… eu já fiz alguns posts no instagram (@amabilekolenda) contando, mas resolvi fazer um aqui para ficar mais fácil de encontrar. Então vamos lá:

Tudo começou com um refluxo (com fundo totalmente emocional), que levou a descoberta da intolerância a lactose em 2011. Nessa época eu estava no segundo ano da faculdade de gastronomia, e pensei em desistir pois não sabia como um chef de cozinha poderia trabalhar sem poder provar a comida. Foi então pesquisando receitas para mim que encontrei a minha grande paixão: a gastronomia funcional.

Comecei então a pesquisar e estudar sobre o assunto. Comecei também a me consultar com nutricionistas funcionais e consumir probióticos e mudei muito a minha alimentação.
Porém, alimentação não é tudo. Eu era muito ansiosa e estava sempre passando mal, buscando sempre encontrar “qual alimento estava me fazendo mal”.
Fiz então um teste de IGG, um exame de sangue que analisa um grande número de alimentos e mostra o grau de sensibilidade a eles.
Descobri e cortei alguns alimentos que estavam, possivelmente,me fazendo mal. Mas na verdade meu problema era outro: Síndrome do Intestino Irritável. Um problema causado pela minha cabeça, e não pelos alimentos (claro que eles melhoram ou pioram o quadro. Mas a minha alimentação já estava realmente muito boa, porém a minha ansiedade e estresse só aumentavam).

Em 2017 eu finalmente comecei a ler livros, praticar yoga, fazer um coach e buscar mais autoconhecimento. A partir daí comecei a ser uma pessoa menos ansiosa e muita mais tranquila. Resultado: minhas sensibilidades começaram a melhoras, eu emagreci e mantive meu peso sem fazer esforços maiores do que os que eu já fazia (na verdade comendo de uma forma muito mais livre e sem cobrança – leia-se: comendo carboidratos sem contar as gramas hahah).

Hoje em dia a minha intolerância a lactose diminuiu muito! Já consigo consumir manteiga e vários tipos de queijos. Mas claro que sei que não posso exagerar. Mas o meu caso antigamente era 200% intolerante, então imaginem a minha felicidade hoje em dia.
E coisas que, além de terem acusado no meu exame de IGG a anos atras eu realmente sinto são as sensibilidades a cafeína e ao alho. Mas já tive também a clara de ovo e hoje estou “curada”!

Tudo isso só me fez chegar a uma conclusão: saúde é um equilíbrio entre mente, corpo e alma. E além disso, é saber também lidar com desequilíbrios, afinal, todos temos, e a forma como encaramos isso é que pode nos prejudicar.

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3 comentários em “Minha história com sensibilidades alimentares”

  1. Amabile, gratidão pelo post . Descobri ser celíaca aos 40 anos rs e os desafios foram muitos . Mas conheci seu trabalho e de outras pessoas incríveis . Estou muito bem , sou médica e na fase adulta é mais fácil restringir o glúten . Também pratico Yoga . Namaste! Admiro muito sua jornada .

    1. Obrigada pelo carinho Fabiana!! É sempre um susto quando descobrimos ne?! Mas depois descobrimos que dá sim para viver bem mesmo com restrições, e ainda conhecemos tooodo um novo universo de ingredientes! Namaste 🙏🏻

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